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O tema do momento

Todos sabemos qual é o tema do momento. Não é o calor que se faz sentir. Ou o facto de ainda não termos tido (felizmente... e que assim continue!) um grande incêndio no nosso país. Ou os casamentos e descasamentos dos famosos. Nem sequer é a silly season futebolística que todos os anos nos enfiam pelos olhos dentro.

O assunto do momento é a vacinação do COVID. Quem não tira uma fotozinha a demonstrar que já foi vacinado, simplesmente não foi. Não aconteceu.

Só que, pelo menos a mim, aconteceu. E sem foto da praxe. Na segunda-feira, fui levar a segunda dose. Em uma hora e 15 minutos, entrei e saí do centro de vacinação da minha zona. Demorei sensivelmente mais meia hora que da primeira dose. E posso dizer que estava muita muita gente lá, para ser vacinada. Mas as filas andavam de forma escorreita e os funcionários, tanto os voluntários como os não-voluntários, estavam lá e apoiavam imenso quem quer que necessitasse. No meu caso, até a senhora que lá estava a limpar o chão me deu um conselho bastante útil...

Na terça-feira, estive fora de combate. Não tive febre, mas sim arrepios. E tonturas. Se me levantasse com muita pressa, era certo e sabido que me espalhava no chão. No dia seguinte, já pude trabalhar normalmente, apenas senti algumas dores nas costas que com a ajuda do paracetamol não passaram disso mesmo. Algumas dores nas costas.

Hoje estou fino, pronto para outra. Até hoje, desde Março de 2020 quando esta porra começou, tive de fazer apenas dois testes, o primeiro obrigatório para poder entrar no meu novo emprego, o segundo fi-lo há poucas horas, para poder ir a um casamento de um amigo. E tanto quanto sei, nem eu nem os meus tiveram o diabo dio bicho.

A todos os que me seguem, todos os que me lêem, seja diariamente ou esporadicamente, um pedido. Rogo-vos, do fundo do coração. Não tenham medo de ser vacinados. Eu sei que é uma chatice estarmos nas filas de espera, que as vacinas ainda não tiveram tempo suficiente para se ter 100% de certeza de serem seguras, que não dá jeito nenhum estarmos um dia ou dois fora de combate, que é muito mais fixe ir-se para a praia em vez de se ficar fechado num qualquer pavilhão por este país a assar enquanto se espera a nossa vez. Mas estamos a falar da saúde de um povo. Não sejamos totós. Funcionemos todos em equipa. E contribuamos para minimizar o estrago que este vírus está a causar-nos!

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